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UNIFESP pesquisa microrgnismos intestinais

04/03/2024

Pesquisa realizada pela UNIFESP-Universidade Federal de São Paulo constatou que há uma relação estreita entre a microbiota intestinal e o cérebro, e o desequilíbrio das bactérias pode interferir no desenvolvimento de distúrbios neurológicos.

Segundo os pesquisadores, o uso de probióticos por pacientes com doenças psiquiátricas pode tratar alterações na microbiota, diminuindo sintomas de depressão, ansiedade e distúrbios do sono, além de aliviar sintomas e gravidade de distúrbios neurológicos, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e epilepsia.

Essa relação se explica, porque o intestino é responsável pela produção de muitos neurotransmissores, de forma que se há alteração na microbiota esse trabalho é prejudicado, afetando o corpo todo, especialmente o cérebro. Além disso, a disbiose intestinal, desequilíbrio de bactérias da microbiota intestinal, pode provocar inflamação sistêmica e aumento da permeabilidade do intestino e da barreira hematoencefálica, segundo matéria do jornal O Globo.

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