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Robótica - o futuro da cirurgia plástica

18/11/2019

Pioneiro na cirurgia robótica para reparação da musculatura abdominal, o cirurgião Marco Faria-Corrêa, que mora há 20 anos em Cingapura, veio ao Brasil para mostrar suas técnicas em congressos em São Paulo e Brasilia, agora em novembro.

Após a gravidez ou quando se perde muito peso, a musculatura do abdômen costuma ficar mais flácida. Em geral, a preocupação é estética. Ou seja, homens e mulheres ficam descontentes com aquela “barriguinha” sobressalente. Mas, de acordo com o cirurgião plástico Marco Faria-Corrêa, o problema vai além da aparência. “Durante a gestação ou quando se engorda em excesso, a musculatura abdominal se distende causando um enfraquecimento dos tecidos que unem as duas metades da musculatura abdominal. Ocorre a chamada Diástase dos Retos abdominais. E isso afeta um sistema muscular muito importante: o core muscle. Ou seja, “o coração muscular do corpo”, que inclui os músculos do abdômen e a parte inferior das costas, fica enfraquecido”.

As consequências disso podem ser instabilidade na coluna, prolapso da bexiga e do útero, no caso das mulheres. “Estudos mostram que 38% das mulheres com um ou mais filhos, sofrem de consequências físicas da Diastase dos Retos”, diz o Dr. Faria-Corrêa. Especialista em microcirurgia reconstrutiva e pioneiro na utilização em métodos endoscópicos em cirurgia plástica, o médico desenvolveu uma técnica inovadora de robótica para reparação do core muscle. É sobre esta técnica que o Dr. Faria-Corrêa falou no Congresso RAMSES 2019, em São Paulo, e vai falar no Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em Brasilia, nos dias 20 à 23 de novembro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil.

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