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Novas modalidades de tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)
02/10/2017

A DRGE é uma das doença que vem aumentando sua incidência nas últimas décadas. Estima-se que 10 a 20% das pessoas tenham sintomas típicos de refluxo (pirose e regurgitação) ao menos 2 vezes na semana. Atualmente, é a doença gastrointestinal mais prevalente nos Estados Unidos.

Segundo André Brandalise, “depois da confirmação diagnóstica, devemos iniciar o tratamento clínico, na imensa maioria dos pacientes, baseados sempre na administração de inibidores de bomba protônica (IBP) com ou sem associação de agentes pró-cinéticos. Muitos pacientes irão fazer o uso esporádico destes medicamentos ou usá-los sob demanda e isso é o suficiente.

Entretanto, uma parcela considerável de portadores de DRGE necessita utilizar continuamente a medicação e destes, 30 a 50% não estão completamente satisfeitos com o resultado do IBP no controle de seus sintomas.

Estudos retrospectivos mostram ligação do uso crônico de IBPs a maior risco de infecções intestinais, fraturas ósseas, deficiências nutricionais e interferência na ação dos antiagregantes plaquetários. Para esses pacientes, geralmente não são oferecidas muitas alternativas: ou mantém o tratamento clínico ou partem para o tratamento cirúrgico, cujo padrão-ouro, atualmente, é a fundoplicatura total (Nissen) feita por videolaparoscopia.

Entretanto, prossegue André Brandalise, os efeitos secundários da fundoplicatura, em especial os problemas relacionados aos gases abdominais e dificuldade de eructação e a possibilidade de recidiva a longo prazo, levaram a certa diminuição na indicação do procedimento. Para tentar ocupar esse espaço entre os problemas causados pelo uso continuado de IBPs e os efeitos adversos da fundoplicatura, surgiram alguns novos procedimentos nos últimos anos.

Uma matéria completa sobre os novos procedimentos para o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico estará na próxima edição do SOBRANEWS.

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